Por Alinê Brandet
Assim, pura e simplesmente, estou cansada...
De sono, de trabalho, de encheção de saco, de cobrar pessoas...
Hunf...
Estou sim, muito cansada, me resta agora um bom humor extremo.
Passar o dia rindo atoa, porque é o momento oportuno para desmontar no banco do ônibus e dormir lendo um livro, ou abaixar a cabeça durante a aula e sossegar.
É, o fim do ano chegou.
Acabaram os três anos de colegial, mas pra quê pensar negativo?
É apenas um novo começo...
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Função f(x)
Foto e texto: Alinê Brandet
Pensando na constante da função f(x)...
Ah, essas coisas constantes...
Indiscutívelmente, não paro de pensar em você...
Se essa é uma variável, descobrirei em outro momento.
Lê-se, função f de x...
Na verdade, não tenho nada de muito interessante para contar.
No fim, viver de saudade é sempre insuportável...
- every me and every you...
Tem dias que a gente se sente assim...
Por Alinê Brandet
" Eu desejo sempre estar,
com você na mesa de um bar...
Quero ser alguém, que os seus problemas possa escutar...
Ser motivo e causar felicidade, mas quero que seja constante...
Constante, constante, constante...
Quero que saiba acima de tudo, que é com você que eu me importo...
É com você que eu quero estar... "
" Eu desejo sempre estar,
com você na mesa de um bar...
Quero ser alguém, que os seus problemas possa escutar...
Ser motivo e causar felicidade, mas quero que seja constante...
Constante, constante, constante...
Quero que saiba acima de tudo, que é com você que eu me importo...
É com você que eu quero estar... "
Ontem...
Foto e texto: Alinê Brandet
Ontem, porque o blog está errado, são 01:07 do dia 2.
Alías, dia de finados.
Continuando, ontem foi um dia bem legal, apesar dos pesares deu tudo certo.
Apesar de chegar 40 minutos atrasada, passar muito mal no metrô e estar um sol louco da Somalia, o dia foi muito engraçado.
Com direito a trezentas fotos, e sei lá, no meu caso uns esclarecimentos internos.
Nada sério, coisas banais que eu te conto depois.
Sei que vai ler, sei que vai querer saber e sei que não vai perguntar.
Só pra constar, eu te adoro. Pronto e acabou!
Meio assim, sei lá. Sentindo uma felicidade crescente, não sei de onde vem, mas posso dizer que no meio de tanta coisa esquisita está me fazendo um bem absurdo. Sim, eu te agradeço, boa parte dela quem causa é você, com suas piadinhas bobas, seus comentários impertinentes, suas manias, seu sorriso, aaaaaaaaaaaaaaaaaah, pouco espaço para tantas coisas constantes!
E agora, estou eu aqui, tentando descarregar todo esse êxtase que me consome!
Em relação a foto, só posso dizer que ambos são encantadores...
Dreaming my dreams...
Por Alinê Brandet
Quantos encontros e desencontros, quantos atrasos,
quantos beijos, abraços e quantos casos...
Quantas coisas...
"- Para de pensar em tudo que você está pensando agora!"
Cruza as pernas, te aperta, morde, arranha...
Morde o lábio, puxa os cabelos, beija com ardência e aflição...
Soltam se, tentando inutilmente se controlar.
Volta, suspira, grita silênciosamente!
Me puxa, me agarra, me morde e me beija, de repente, se controla...
Rogando pragas a todas essas pessoas infelizes que resolveram sair de suas respectivas casas.
Suspira ao lembrar, ai doce barreira entre o incontrolável e a consciência!
Juro, é um vício, o qual eu não quero largar...
Uma sensação que possui e descontrola... Doce descontrole.
Entre a vontade e o controle, eu decreto, vence a vontade...
Quantos encontros e desencontros, quantos atrasos,
quantos beijos, abraços e quantos casos...
Quantas coisas...
"- Para de pensar em tudo que você está pensando agora!"
Cruza as pernas, te aperta, morde, arranha...
Morde o lábio, puxa os cabelos, beija com ardência e aflição...
Soltam se, tentando inutilmente se controlar.
Volta, suspira, grita silênciosamente!
Me puxa, me agarra, me morde e me beija, de repente, se controla...
Rogando pragas a todas essas pessoas infelizes que resolveram sair de suas respectivas casas.
Suspira ao lembrar, ai doce barreira entre o incontrolável e a consciência!
Juro, é um vício, o qual eu não quero largar...
Uma sensação que possui e descontrola... Doce descontrole.
Entre a vontade e o controle, eu decreto, vence a vontade...
Criança pentelha!
Texto e foto : Alinê Brandet
História de um garoto curioso.
Carlos Manuel é um garotinho de cinco anos. Morador do bairro do Belém e uma criança extremamente cativante. Juro, por mais pentelho que ele tenha sido hoje, ele é uma graça!
Enfim, vamos à história...
Estavamos nós, em um bar, quando esta criança surge!
- Que é isso?
- Isso, é um contra-baixo ( Gustavo pela quadragésima vez )
- Deixa eu ver?
- Vem desse lado que dá pra ver melhor...
- Não...
Vai o Gustavo, todo feliz abrir a capa do instrumento para a criança olhar...
- Nossa!
A gente ri...
A criança tenta tocar, o que é impossível, porque afinal o instrumento está na capa!
Mesmo assim fica maravilhada com a grandeza do instrumento e volta a nos pentelhar feliz, alegre e saltitante...
Apaixonei!
História de um garoto curioso.
Carlos Manuel é um garotinho de cinco anos. Morador do bairro do Belém e uma criança extremamente cativante. Juro, por mais pentelho que ele tenha sido hoje, ele é uma graça!
Enfim, vamos à história...
Estavamos nós, em um bar, quando esta criança surge!
- Que é isso?
- Isso, é um contra-baixo ( Gustavo pela quadragésima vez )
- Deixa eu ver?
- Vem desse lado que dá pra ver melhor...
- Não...
Vai o Gustavo, todo feliz abrir a capa do instrumento para a criança olhar...
- Nossa!
A gente ri...
A criança tenta tocar, o que é impossível, porque afinal o instrumento está na capa!
Mesmo assim fica maravilhada com a grandeza do instrumento e volta a nos pentelhar feliz, alegre e saltitante...
Apaixonei!
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