O lado bom de eu surtar só depois das 23 hs, é que a possibilidade de alguém me pegar de atravessado é mínima.
Bom humor excessivo, para mim, é mau agouro. Quando está tudo bem demais, muitas cores e muita disposição, é fato que quando eu parar para pensar vou ter o desprazer de me estressar, e surtar.
Me irrito de tal maneira que nem eu mesma me aguento.
Perco o sono, eu não sei da onde vem tanto ódio...
A coisa que eu prezo bastante, é o bom sono. Por isso evito incomodar os demais, e estou chata porque estou com sono.
Perdi o sono, porque já ouvi muita coisa hoje.
Para falar a verdade, ouvi mais do que falei...
Quero ficar só. Me afastar dessa galera, ficar em casa.
Eu quero estudar, me trancar no quarto e ficar horas e horas estudando.
Não fui feita para os rolês e etc.
E estava tudo tão bem, mas quando pisa no tapete da porta, já era.
Família é foda, dá tapa na cara depois vem abraçar... Se é que me entendem.
Enfim, vamos todos dormir, porque amanhã eu vou procurar emprego.
Boa noite, e espero realmente que seja muito boa.
Porque se eu acordar de atravessado amanhã, tem gente que vai se foder por isso.
Vou descer o verbo, e lembre-se soco na boca nós damos de bom grado.
Beijo beijo.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Try this, again.
Vou jogar a moeda, cara você vive, coroa você morre. Se disser o resultado, me arrependo.
' Veja você, onde é que o barco foi desaguar, a gente só queria o amor. Deus parece as vezes se esquecer...
Ah, não fala isso por favor. Esse é só o começo do fim da nossa vida. Deixa chegar o sonho, prepare uma avenida que a gente vai passar...
Veja você, onde é que tudo foi desaguar, a gente corre para se esconder e se amar, se amar até o fim. Sem saber que o fim já vai chegar.
Deixa o moço bater, que eu cansei da nossa fuga. Já não vejo motivos, para o amor de tantas juras não ter o seu lugar...
Abre a janela agora, deixa que o Sol te veja, é só lembrar que o amor é tão maior que estamos sós no céu.
Abre as cortinas para mim, que eu não me escondo de ninguém. O amor já desvendou nosso lugar e agora está de bem...
Deixa o moço bater, que eu cansei da nossa fuga. Já não vejo motivos, para o amor de tantas juras não ter o seu lugar... '
Boa noite?
' Veja você, onde é que o barco foi desaguar, a gente só queria o amor. Deus parece as vezes se esquecer...
Ah, não fala isso por favor. Esse é só o começo do fim da nossa vida. Deixa chegar o sonho, prepare uma avenida que a gente vai passar...
Veja você, onde é que tudo foi desaguar, a gente corre para se esconder e se amar, se amar até o fim. Sem saber que o fim já vai chegar.
Deixa o moço bater, que eu cansei da nossa fuga. Já não vejo motivos, para o amor de tantas juras não ter o seu lugar...
Abre a janela agora, deixa que o Sol te veja, é só lembrar que o amor é tão maior que estamos sós no céu.
Abre as cortinas para mim, que eu não me escondo de ninguém. O amor já desvendou nosso lugar e agora está de bem...
Deixa o moço bater, que eu cansei da nossa fuga. Já não vejo motivos, para o amor de tantas juras não ter o seu lugar... '
Boa noite?
A intenção é a incoerência e confusão!
Eu ia, mas voltei correndo, coração acelerado, com mil pensamentos, mas nenhum que me dizia o que fazer. Eu fui, mas voltei, despercebida, até onde sei...
Assim sem saber o que fazer, passou o dia.
E foi assim, de repente se foi, mas eu fiquei no mesmo lugar, tendo uma boa conversa sobre as escolhas.
Fez que ia, mas voltou. Sem suspeita, sem muitas explicações...
E eu, de repente, senti aquela coisa esquisita no estômago, como quem enjoa feliz, borboletas?
É estranho falar sobre comportamento, e mais difícil como ele deve ser. E por que as coisas tem que ser tão complicadas, para mim?
Ai Deus, como eu falo!
Por que complicar tanto, ao invés de dizer para ter me em seus braços naquele momento e se retirar no final?
Ou não, quero que fique. Ou não!
Eu juro, eu não sei, quando eu digo que não, eu quero. E quando eu quero, eu não digo.
Entende?
Passei dias pensando, arquitetando, questionando, mas principalmente, tendo a certeza absoluta que não te queria... Como eu minto...
E para você, Los Hermanos, em todos os minutos preciosos de pensamento. Cada momento de raiva absoluta, confusão interna.
Hoje se abriu um grande Sol, em um dia nebuloso. Por fim, a resolução.
Seja como for, eu não consigo escrever...
Porque não quero me entreter com novos sentimentos.
Nem por ventura, desenvolver um.
Sim, eu vejo o problema...
É esse seu jeito de conversar, de mexer nos meus cabelos, ou de me dar a mão.
É esse beijo sem fim, essa vontade súbita e as vezes a saudade.
São os momentos de silêncio, as risadas sinceras, e as descobertas.
É essa cara que você faz, os elogios que me faz e as afinidades.
É o estranho que me agrada, a felicidade que me consome, é o gosto doce do estar com vontade...
É o carinho, as palhaçadas, os sim e não.
É a discordância, a disposição, é o gosto pela maldita cinta-liga!
São as vontades que tenho e nego.
É o leque de possibilidades...
É o conflito que me causa, me entretendo com histórias...
É o conteúdo bom que resulta, é estar longe e querer perto.
A questão não é quem, nem o que. A questão é que passei a chave em uma porta e a joguei fora.
E se eu disser, um dia, vai parecer inacreditável até para mim...
Deixo assim, subentendido.Que dificuldade.
Eu quis olhar nos seus olhos e dizer muita coisa. Não consegui te olhar, e gaguejei para dizer.
No fim o importante é quanto eu quero bem você.
E chega!
Assim sem saber o que fazer, passou o dia.
E foi assim, de repente se foi, mas eu fiquei no mesmo lugar, tendo uma boa conversa sobre as escolhas.
Fez que ia, mas voltou. Sem suspeita, sem muitas explicações...
E eu, de repente, senti aquela coisa esquisita no estômago, como quem enjoa feliz, borboletas?
É estranho falar sobre comportamento, e mais difícil como ele deve ser. E por que as coisas tem que ser tão complicadas, para mim?
Ai Deus, como eu falo!
Por que complicar tanto, ao invés de dizer para ter me em seus braços naquele momento e se retirar no final?
Ou não, quero que fique. Ou não!
Eu juro, eu não sei, quando eu digo que não, eu quero. E quando eu quero, eu não digo.
Entende?
Passei dias pensando, arquitetando, questionando, mas principalmente, tendo a certeza absoluta que não te queria... Como eu minto...
E para você, Los Hermanos, em todos os minutos preciosos de pensamento. Cada momento de raiva absoluta, confusão interna.
Hoje se abriu um grande Sol, em um dia nebuloso. Por fim, a resolução.
Seja como for, eu não consigo escrever...
Porque não quero me entreter com novos sentimentos.
Nem por ventura, desenvolver um.
Sim, eu vejo o problema...
É esse seu jeito de conversar, de mexer nos meus cabelos, ou de me dar a mão.
É esse beijo sem fim, essa vontade súbita e as vezes a saudade.
São os momentos de silêncio, as risadas sinceras, e as descobertas.
É essa cara que você faz, os elogios que me faz e as afinidades.
É o estranho que me agrada, a felicidade que me consome, é o gosto doce do estar com vontade...
É o carinho, as palhaçadas, os sim e não.
É a discordância, a disposição, é o gosto pela maldita cinta-liga!
São as vontades que tenho e nego.
É o leque de possibilidades...
É o conflito que me causa, me entretendo com histórias...
É o conteúdo bom que resulta, é estar longe e querer perto.
A questão não é quem, nem o que. A questão é que passei a chave em uma porta e a joguei fora.
E se eu disser, um dia, vai parecer inacreditável até para mim...
Deixo assim, subentendido.Que dificuldade.
Eu quis olhar nos seus olhos e dizer muita coisa. Não consegui te olhar, e gaguejei para dizer.
No fim o importante é quanto eu quero bem você.
E chega!
Outro dia, em uma dessas horas malucas, eu cheguei a conclusão que as pessoas que realmente me fazem bem, ou despertam algo em mim, são aquelas que me fazem mais... Ou seja, que me fazem escrever mais, estudar mais, desenhar, cantar, pular, mas que principalmente, me impulsionam a colocar mais sentimento no que faço, entende?
São aquelas com textos carregados de paixão, com dinâmicas sentimentais loucas, que me fazem sorrir e fazer tudo, tudo mesmo, com vontade!
Eu não sei...
São aquelas com textos carregados de paixão, com dinâmicas sentimentais loucas, que me fazem sorrir e fazer tudo, tudo mesmo, com vontade!
Eu não sei...
Viva a falta de vergonha
Ontem eu escutei algo sobre a pouca vergonha, e para dizer a verdade não me lembro bem o que era... Mas era algo parecido com isso, ou não.
A pouca vergonha de quem vê. Como vê, e como interpreta... Afinal, o que é a pouca vergonha? E o que é a vergonha inteira? Vergonha deveria ter você de ver maldade onde eu vejo arte.
E essas fotos já tem três anos...
Santa contradição
Pois bem, estou eu a pensar sobre o conteúdo mutante desse blog...
Eu o mantenho, já não sei bem porque, mas se tornou um encontro diário com as minhas reflexões, por mais bobas que sejam, ou sérias.
De qualquer forma, me peguei pensando sobre o conteúdo existente, de vez em quando eu acho pesado para a proposta de início. Se eu tivesse um leitor desconhecido, porém assíduo, ele me conheceria melhor que muitos dos meus amigos.
Coisa engraçada, não?
Sempre quando penso na internet como valvula de escape, lembro que cada dia que passa, as pessoas perdem o contato com outros seres humanos, para se isolarem em suas casas, com seus micros, e conversarem à distância.
Seria tão bom, se o computar e todos os recursos que o acompanham, fossem usados com moderação. E não como vida dupla...
Já perceberam que na internet tudo pode?
Vejamos, muitas pessoas piram e acabam fazendo tudo possível, vivendo, via internet...
E fico eu, bobamente pensando, que tipo de vida é essa?
Em um dia extremamente contraditório...
Eu o mantenho, já não sei bem porque, mas se tornou um encontro diário com as minhas reflexões, por mais bobas que sejam, ou sérias.
De qualquer forma, me peguei pensando sobre o conteúdo existente, de vez em quando eu acho pesado para a proposta de início. Se eu tivesse um leitor desconhecido, porém assíduo, ele me conheceria melhor que muitos dos meus amigos.
Coisa engraçada, não?
Sempre quando penso na internet como valvula de escape, lembro que cada dia que passa, as pessoas perdem o contato com outros seres humanos, para se isolarem em suas casas, com seus micros, e conversarem à distância.
Seria tão bom, se o computar e todos os recursos que o acompanham, fossem usados com moderação. E não como vida dupla...
Já perceberam que na internet tudo pode?
Vejamos, muitas pessoas piram e acabam fazendo tudo possível, vivendo, via internet...
E fico eu, bobamente pensando, que tipo de vida é essa?
Em um dia extremamente contraditório...
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