- Agora pode ir...
domingo, 30 de novembro de 2008
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Por Alinê Brandet
Os dias vieram e passaram, dias em que estava completamente doente, com uma febre que me levou ao delírio, literalmente.
Fiquei sem estudar, sem conversar e sem viver...
Bastante tempo para refletir sobre os conflitos internos e assunto pendentes. Diga-se de passagem, muitos assuntos pendentes.
A maior reflexão que o final de semana trouxe foi a de, como nós criamos nossas ilusões, como as alimentamos e nos apaixonamos perdidamente por algo que existe apenas na imaginação.
Caindo por um falso amor, ludibriando-se por um desejo pessoal, a perfeição.
Será que em algum momento vamos perceber que essa dita perfeição que procuramos, não existe?
E sempre nos decepcionaremos, por que a realidade não terá o encaixe perfeito com a imaginação?
É sempre bom refletir sobre isso...
Dizem que os olhos são a janela da alma, hoje eu não acredito em mais nada.
Na realidade, acredito que preciso dormir, esquecer metade do que a minha emoção está dizendo. Preciso pensar mais racionalmente e tentar compreender melhor as pessoas, concorda?
Talvez não esteja sendo muito compreensiva, estou chata e calculista...
Essa é mais uma das reflexões sem sentido. Quanta contradição!
Eu já não sei se quero mais perder o meu tempo, são tantos os motivos que me levam a crer que nada dará certo e que pensar positivo é coisa de auto-ajuda. Já perdi minha paciência...
Falta de liberdade, de controle, de racionalidade, de dizer não!
Talvez, seja apenas um dia ruim...
Os dias vieram e passaram, dias em que estava completamente doente, com uma febre que me levou ao delírio, literalmente.
Fiquei sem estudar, sem conversar e sem viver...
Bastante tempo para refletir sobre os conflitos internos e assunto pendentes. Diga-se de passagem, muitos assuntos pendentes.
A maior reflexão que o final de semana trouxe foi a de, como nós criamos nossas ilusões, como as alimentamos e nos apaixonamos perdidamente por algo que existe apenas na imaginação.
Caindo por um falso amor, ludibriando-se por um desejo pessoal, a perfeição.
Será que em algum momento vamos perceber que essa dita perfeição que procuramos, não existe?
E sempre nos decepcionaremos, por que a realidade não terá o encaixe perfeito com a imaginação?
É sempre bom refletir sobre isso...
Dizem que os olhos são a janela da alma, hoje eu não acredito em mais nada.
Na realidade, acredito que preciso dormir, esquecer metade do que a minha emoção está dizendo. Preciso pensar mais racionalmente e tentar compreender melhor as pessoas, concorda?
Talvez não esteja sendo muito compreensiva, estou chata e calculista...
Essa é mais uma das reflexões sem sentido. Quanta contradição!
Eu já não sei se quero mais perder o meu tempo, são tantos os motivos que me levam a crer que nada dará certo e que pensar positivo é coisa de auto-ajuda. Já perdi minha paciência...
Falta de liberdade, de controle, de racionalidade, de dizer não!
Talvez, seja apenas um dia ruim...
terça-feira, 25 de novembro de 2008
A chave
Por Alinê Brandet
Antigamente havia um jardim, com flores de todas as cores. Onde um dia houve um grande jardim, bem cuidado e convidativo, ergueu-se um muro.
Frio, sem cor, sem flores, sério... Uma barreira entre o que se quer e o medo que se tem...
Foi construído sem avisos, um dia, acordou e descobriu...
Ao despertar de uma manhã de Sol e céu azul, viu-se em uma redoma de vidro, escura e nebulosa.
Os dias aqui passam diferentes...
Depois de tanto dilacerar, sua fragilidade aumentou. Sua coragem diminui.
Quando, finalmente escalou o muro, teve a sensação de andar sobre cacos de vidro...
Que todo cuidado era pouco, e que o jardim, não era mais convidativo.
Tornou-se um jardim de trevas, sem vida, sem flores... Rosas murchas, negras.
Não sentia mais.
Calou-se.
Não chorava, as lágrimas secaram dos olhos para sempre.
Sentia a angústia de não poder sofrer abertamente e a vontade de um choro que não vem.
Uma tristeza que não acaba...
Tenta com todas as forças derrubar o muro, tenta reviver as flores...
O solo já infértil, as sementes secas... A água suja.
Sem saída, sem esperanças.
Anoitece...
Vê se então as estrelas, um luar.
Apesar da escuridão, do céu azul quase negro, vê se a luz do luar... Estrelas?
Renasce a esperança...
Derrubar o muro podia ser impossível, mas a redoma era de vidro, frágil como o seus sentimentos.
Uma pedra, cinza e fria, sim, está aí uma solução.
Agora os pés sangram, a fuga é a fonte de todas as lágrimas.
Corre sem olhar para tráz, sente o sangue quente esvaindo pelos cortes. Ignora a dor e a ardência.
Escuta um novo som...
Na direção contrária procura um novo lugar, um novo jardim...
Respira e enche o peito de esperança.
Suspira e chora, agora de alegria.
O dia está amanhecendo, sorri ao ver de novo cores, sol, um céu azul claro e limpo.
É a vida, que não para. O mundo que te leva a novos lugares e a coragem de mudar quantas vezes for necessário...
Antigamente havia um jardim, com flores de todas as cores. Onde um dia houve um grande jardim, bem cuidado e convidativo, ergueu-se um muro.
Frio, sem cor, sem flores, sério... Uma barreira entre o que se quer e o medo que se tem...
Foi construído sem avisos, um dia, acordou e descobriu...
Ao despertar de uma manhã de Sol e céu azul, viu-se em uma redoma de vidro, escura e nebulosa.
Os dias aqui passam diferentes...
Depois de tanto dilacerar, sua fragilidade aumentou. Sua coragem diminui.
Quando, finalmente escalou o muro, teve a sensação de andar sobre cacos de vidro...
Que todo cuidado era pouco, e que o jardim, não era mais convidativo.
Tornou-se um jardim de trevas, sem vida, sem flores... Rosas murchas, negras.
Não sentia mais.
Calou-se.
Não chorava, as lágrimas secaram dos olhos para sempre.
Sentia a angústia de não poder sofrer abertamente e a vontade de um choro que não vem.
Uma tristeza que não acaba...
Tenta com todas as forças derrubar o muro, tenta reviver as flores...
O solo já infértil, as sementes secas... A água suja.
Sem saída, sem esperanças.
Anoitece...
Vê se então as estrelas, um luar.
Apesar da escuridão, do céu azul quase negro, vê se a luz do luar... Estrelas?
Renasce a esperança...
Derrubar o muro podia ser impossível, mas a redoma era de vidro, frágil como o seus sentimentos.
Uma pedra, cinza e fria, sim, está aí uma solução.
Agora os pés sangram, a fuga é a fonte de todas as lágrimas.
Corre sem olhar para tráz, sente o sangue quente esvaindo pelos cortes. Ignora a dor e a ardência.
Escuta um novo som...
Na direção contrária procura um novo lugar, um novo jardim...
Respira e enche o peito de esperança.
Suspira e chora, agora de alegria.
O dia está amanhecendo, sorri ao ver de novo cores, sol, um céu azul claro e limpo.
É a vida, que não para. O mundo que te leva a novos lugares e a coragem de mudar quantas vezes for necessário...
Um bloqueio?
Por Alinê Brandet
Não escrevo aqui, porque não consigo escrever.
As palvras não saem e as idéias parecem sempre bobas e sem sentidos...
Os assuntos ficaram perdidos em algum lugar desse quarto, existem muitos problemas, muitos assuntos, muitos finais de semana, muitas temporadas.
É tempo de reflexão e ansiedade contínua...
É o fim de um ano...
Do ano em que eu fiz 18 anos de vida, que resolvi muitos problemas, que dei um basta em muitas coisas, que resolvi fazer o que eu quero... Um ano conturbado, porém cheio de esclarecimentos.
Esta época do ano, é sempre mal vista pelas pessoas, em geral.
Os meses de novembro e dezembro servem como break para reflexão.Sobre seus conflitos internos, realizações e etc...
Então, há quem, todo ano, amaldiçoe o Natal, as festas e etc.
Eu por outro lado, todos os anos, sou contagiada com um espirito de Natal imenso.
Mesmo com aquela conversa clichê de feriado capitalista, eu gosto. Afinal, o mundo é capitalista o ano todo, de repente em apenas uma data, os maiores capitalistas viram boa gente e passam a defender a igualdade mundial!
Depois a hipócrita sou eu!
Vejamos o lado positivo, o ano todo você desejou internamente, sua família reunida e feliz. Um dia desse ano você consegue isso. Por que então, se revoltar tanto?
Se o Natal vai unir as pessoas e todo aquele blá blá blá, para que crucificá-lo?
Fim de ano é sempre igual, acabam os campeonatos futebolisticos, as pessoas tiram folga, reunem a família, comem horrores, se acidentam nas rodovias, viajam, salgam a bunda no mar, defendem os pobres, reclamam do preço dos enfeites/presentes/comida/bebida, fazem festas e compram fogos de artifício.
Se é SEMPRE assim, por que todo ano há de se reclamar de algo? Sempre igual?
Enfim, adeus grande bloqueio.
Não escrevo aqui, porque não consigo escrever.
As palvras não saem e as idéias parecem sempre bobas e sem sentidos...
Os assuntos ficaram perdidos em algum lugar desse quarto, existem muitos problemas, muitos assuntos, muitos finais de semana, muitas temporadas.
É tempo de reflexão e ansiedade contínua...
É o fim de um ano...
Do ano em que eu fiz 18 anos de vida, que resolvi muitos problemas, que dei um basta em muitas coisas, que resolvi fazer o que eu quero... Um ano conturbado, porém cheio de esclarecimentos.
Esta época do ano, é sempre mal vista pelas pessoas, em geral.
Os meses de novembro e dezembro servem como break para reflexão.Sobre seus conflitos internos, realizações e etc...
Então, há quem, todo ano, amaldiçoe o Natal, as festas e etc.
Eu por outro lado, todos os anos, sou contagiada com um espirito de Natal imenso.
Mesmo com aquela conversa clichê de feriado capitalista, eu gosto. Afinal, o mundo é capitalista o ano todo, de repente em apenas uma data, os maiores capitalistas viram boa gente e passam a defender a igualdade mundial!
Depois a hipócrita sou eu!
Vejamos o lado positivo, o ano todo você desejou internamente, sua família reunida e feliz. Um dia desse ano você consegue isso. Por que então, se revoltar tanto?
Se o Natal vai unir as pessoas e todo aquele blá blá blá, para que crucificá-lo?
Fim de ano é sempre igual, acabam os campeonatos futebolisticos, as pessoas tiram folga, reunem a família, comem horrores, se acidentam nas rodovias, viajam, salgam a bunda no mar, defendem os pobres, reclamam do preço dos enfeites/presentes/comida/bebida, fazem festas e compram fogos de artifício.
Se é SEMPRE assim, por que todo ano há de se reclamar de algo? Sempre igual?
Enfim, adeus grande bloqueio.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Protege Moi
Tirarirari..
Por Alinê Brandet
Ontem foi um péssimo dia, o mesmo eu apagarei total e completamente da memória.
Ou pelo menos as horas ruins...
Tanta falsidade guardada em um pessoa só, como pode?
E vem falar de consideração, após dar uma facada tão absurda nas costas!
Faça o favor de sumir da minha vida,ou farei da sua um inferno tão grande que desejará nunca ter me conhecido.
Com direito a garrafada na cabeça.
O lançamento do produto foi super legal, esse foi um fato que salvou o dia!
:]
Ontem foi um péssimo dia, o mesmo eu apagarei total e completamente da memória.
Ou pelo menos as horas ruins...
Tanta falsidade guardada em um pessoa só, como pode?
E vem falar de consideração, após dar uma facada tão absurda nas costas!
Faça o favor de sumir da minha vida,ou farei da sua um inferno tão grande que desejará nunca ter me conhecido.
Com direito a garrafada na cabeça.
O lançamento do produto foi super legal, esse foi um fato que salvou o dia!
:]
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