quinta-feira, 17 de julho de 2008

Dias com carga horária que não incluem internet causam colapso em blog!

Parece até uma grande postagem, mas não será. Nem em tamanho, muito menos em conteúdo.

Afinal, este é um veículo sem fins culturais ou interessantes, talvez seja até um veículo com uma comunicadora completamente desinteressada em fazer postagens que acrescentem algo a vida agitada (ou não) das pessoas que navegam pela nossa amiga (ou inimiga) internet!

Chega dessa coisa de notícias o tempo todo, acho que vou começar a contar piadas aqui! Será?
Ok ok, " pára a palhaçada"...

A grande verdadé é que eu estou realmente de saco cheio dessa tal de Internet. Sempre se metendo em tudo, sempre sendo notícia! Sempre fazendo fofocas ou dando falsas informações.
Será que só eu sou contra esse mal que contamina a humanidade e deixa as pessoas mórbidas e solitárias na frente de um pc numa tarde de sol, quando elas poderiam estar felizes e contentes passeando por aí?

O que aconteceu com as cartas? Por que tudo deve ser dito por e-mail?
Era tão entusiasmante esperar uma carta... Ouvir o barulho do papel rasgar... Ler e reler aquele pedaço de papel muitas vezes pensando em guarda-lo para sempre...
Agora, me aparecem 300 pessoas, mandando e-mails apaixonados umas para as outras, achando isso maravilhoso... Diga me, onde se encontra o romantismo e a sinceridade num reles e-mail?
Faça me o favor!

Sou eu, ou a internet transformou as pessoas em amantes paranóicos e vazios?
Estou em um dia radicalmente contra as correspondêcias e declarações via internet. A contradição está em desabafar num veículo que pertence a ela.

Amanhã cedo, tenho uma entrevista com uma garota chamada Tayná, que me parece muito simpática, ela tem 13 anos e é percussionista. Foi convidada por Renato Dias para gravar um disco com ele depois de ser destaque em um curso que faz na escola.
Bom, são poucas informações, mas são válidas.
O difícil mesmo está sendo elaborar as perguntas...

Bacio.
Advertência:
A postagem abaixo é referente ao Festival do meio, eu enrolei para postar devido a falta de tempo!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Festival do meio reúne jovens talentosos

Festival do meio reúne jovens aparentemente comuns, mas talentosos


Alinê Brandet e Isabelle Arnaud

Neste sábado, 5 de julho, ocorreu o Festival do Meio, com o intuito de mostrar o trabalho dos jovens que fazem os variados cursos do Aprendiz. Esse evento foi composto por intervenções, mostras de dança, música, teatro, fanzines e outros materiais produzidos pelas oficinas.

Os participantes do evento podem parecer comuns, porém entrevistando alguns deles descobrimos várias histórias interessantes. Murilo Viana, 18, é músico e compositor há 3 anos. No evento, se apresentou com composições próprias. Ele faz parte do Coletivo Zeppelintra - oficina que produz fanzines e música e surgiu há um ano.

João Carlos, 19, integrante da City of Angels - grupo de street dance, que existe há aproximadamente oito anos - aprendeu a dançar há sete anos, por causa de um campeonato de dança na escola, no qual ganhou medalha de ouro.

Rodrigo Mendes, 18, e Alvaro Santana, 17, fazem teatro e ambos usufruíram da oficina para melhorar sua desenvoltura e comunicação. Michael Rodrigues, 17, começou a fazer Dança de Salão há cinco anos, a pedido da tia, que na época trabalhava em uma academia de dança. Fez ballet durante dois anos e jazz contemporâneo. Começou a fazer street dance sozinho. Hoje é coreografo e conta que já sofreu preconceito por causa da dança, mas, recebe todo o apoio da família. Dá aulas de dança e pretende fazer faculdade de educação física ou dança. No festival fez uma intervenção com o grupo Almas Errantes, mostrando seu talento na dança de rua.

O festival teve a participação de um grupo de rap, no complexo Paraisópolis, o Almas Errantes, composto por Ronaldo Macedo, 23, Reinaldo Pereira, 25, DJ Naldo, 24. Um grupo que está na luta há 11 anos e fez seu primeiro show no dia das mães de 1997. Começaram a fazer música porque viam esperança nos seus versos. "Um dia fomos ao centro com 15 reais pra comprar um vinil", conta Ronaldo, também conhecido como Rimático.

Com a carreira, eles amadureceram, se tornaram mais conscientes e responsáveis. Levam a música como oração, para mostrar uma influência positiva contra o sistema hipócrita e a falta de esperança que as pessoas enfrentam. Hoje Rimático faz faculdade de Contabilidade e usa a música como ferramenta de resgate.

domingo, 6 de julho de 2008

Festival do meio, ontem.
Foi bem divertido!
Principalmente, porque me fez sair completamente da rotina e perceber que preciso ter vida.
E não só estudar loucamente!

Enfim, não tenho muitos comentários hoje.
Estou fazendo o perfil dos entrevistados e a matéria sobre o Grupo Almas Errantes.
Eu pretendo colocar a matéria aqui tmb.
Quem tiver interesse em ouvir acesse: www.myspace.com/almaserrantes
Os caras são muito gente boa, deram entrevista e descolaram um cd para o Agência.

Tchau!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

A senha é "quatro lados"


Trabalhando, pensando em um bom título, imaginando um bom texto.


Tantas atividades atrasadas, e tenho a vergonha de dizer que em nenhum momento estudei os exercícios da Promoart. Estar sem o rabecão não ajuda também, sendo ele a maior fonte de trabalho. Muitas coisas a fazer, e eu só consigo pensar na tal conversa.


Conversa ocorrida neste sábado, lá pelas 18 horas, estava frio, eu estava brava e você nem sabia mais o que fazer. No meio de toda a discussão eu me esqueci que outras pessoas tem sentimentos tão doloros quanto os meus, mas, era pouco provável que eu levasse isso em conta, naquele momento.


Hoje, passei o dia pensando, quieta, sozinha. E enfim percebi, que por mais humanitária que eu pudesse ter sido, foi melhor machucá-lo do que dizer meias verdades. Te fará crescer em algum momento, eu prometo.


Posso prometer dezenas de coisas, tudo o que quiser, eu prometo estar apaixonada neste minuto. Não no próximo, o mesmo pode estar muito longe. Juro, serei compreensiva.

Prometo ser sua confidente, sua amante, sua melhor amiga, prometo ser tudo e nada. Prometo gritar quando for preciso e chorar quando não for conveniente. Eu juro, queria sentir toda a sua dor, mas, talvez seja melhor você poder compartilha-la comigo, para que fiquemos então em paz.


Sendo assim, posso voltar a esse texto, que é então uma mescla de atividades atrasadas e novos sentimentos. Ou não, posso finalizar com uma música e me dar por satisfeita.


- Os laços um dia feitos, só serão desfeitos por vontade própria.

Do you remember
The things we used to say?
I feel so nervous
When I think of yesterday
How could I let things
Get to me so bad?
How did I let things get to me?
Like dying in the sun
Like dying in the sun
Like dying in the sun
Like dying...
Will you hold on to me
I am feeling frail
Will you hold on to me
We will never fail
I wanted to be so perfect you see
I wanted to be so perfect
Like dying in the sun
Like dying in the sun
Like dying in the sun
Like dying... [ dying in the sun-cranberries ]

domingo, 22 de junho de 2008

Na suave corda do que chamam de depressão.

Vivendo entre a loucura e o suicídio.

Mergulhada nas profundezas dos mais sombrios pensamentos, tenho vivido meus bons e maus momentos assim. Numa linha tênue entre o desespero e a angústia.
Tenho certeza que serei a próxima musicista louca, entregue as mágoas e compondo boas peças. Afinal, os maiores músicos viveram assim.
Por enquanto, em uma conversa banal, sou comparada a Julieta de Shakespeare.De acordo com esse bom ouvinte Willian se inspirou em mim quando traçou o psicológico dramatico da moça. Rindo eu apenas pensei no quão boba essa comparação podia ser, sem muito questionar, sorri e aceitei o fato de que ali se encontra uma grande peça na minha vida.
De vez em sempre eu me esqueço do quanto o bom ouvinte, Daniel , é fundamental para o meu equilíbrio. Uma peça vital para que eu continue a fazer o melhor, e que faça com a angústia e o amor. Não podemos esquecer é claro, do Marco Aurélio, que me faz entender o quão exigente eu sou comigo.
Voltando a verdadeira face deste texto, estou extremamente apavorada com toda a pressão colocada sobre mim, em ser uma boa musicista e quanto as pessoas apostam fielmente nisso. Há um ano atrás eu acreditava nisso cegamente e sozinha, hoje vejo um grande número de pessoas acreditando também sem se dar conta que eu já perdi essa segurança. Que hoje eu posso ter "técnica" posso estar preparada para o duro mercado de trabalho, mas, psicológicamente não sou forte para suportar toda essa loucura, ganância e individualismo que o campo musical pode ser. Toda essa angústia se apodera de mim, me possuí. Me sinto despreparada, insegura , tenho muito medo. Gosto do fato de sentir medo, livremente.
Na mesma corda que ando com o desespero, ando com a possível confiança e sonho de conquistar aquilo tudo que eu sempre quis. Que o mero desespero só me ajudará a colocar sentimento nas minhas peças. Que o fracasso nos testes me tornarão uma pessoa mais forte. Que crescer é sempre doloroso, mas, sempre vamos aprender com isso.
Aqui eu me despeço, com a vaga impressão que quero ficar incomunicavel por uns tempos. Muitas coisas/pessoas não estão me fazendo bem, e remove-las da minha vida é o próximo grande passo.

trilha sonora desesperadora do dia : dying in the sun - the cranberries.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Um sonho x.

A história de uma estudante comum.


Letícia Nogueira é uma estudante do primeiro ano do ensino médio, filha de pais separados e ex-moradora da zona leste.
Há um ano mudou-se para Vila Madalena, com a mãe e irmã, o que não a agrada muito. Hoje ela estuda no Colégio Estadual Professor Antônio Alves Cruz. Letícia não gosta do novo bairro, sente falta dos amigos e da vida que levava lá. Após muito tempo morando em casa ela diz que é bem ruim morar em prédio.
Letícia é bastante temperamental e perde a paciência fácil, por conta disso começou a praticar kung-fu. Em depoimento diz que ficou mais calma e centrada depois de começar as aulas, porque trabalha a concentração e a paciência.
Depois de muito treino, ela já estava pronta para participar de campeonatos. Neste ultimo final de semana (07/junho) Letícia ganhou medalha de prata em sua apresentação. Perguntei a ela se não era difícil manter a calma no meio de tantas pessoas, ela me disse que era fácil, porque todos ali iriam se apresentar e basicamente concentração era tudo.
O seu sonho é conseguir extrair a maior parte de informações que puder dessa arte. E se possível continuar nesse caminho sempre.

Por Alinê Brandet.